Escolher onde realizar os atendimentos faz parte do planejamento profissional na área da saúde.
Enquanto alguns profissionais optam por manter um consultório próprio, outros avaliam estruturas compartilhadas, principalmente quando não precisam utilizar um espaço exclusivo durante toda a semana.
É nesse contexto que se insere o coworking médico, um modelo que permite ao profissional utilizar uma estrutura destinada ao atendimento sem necessariamente manter um consultório próprio.
Antes de escolher, porém, é importante olhar além do valor da locação. Estrutura, privacidade, localização, organização, condições de uso e compatibilidade do ambiente com a atividade profissional também devem ser consideradas.
O que é um coworking médico?
Coworking médico é um modelo de utilização compartilhada de espaços destinados ao atendimento em saúde.
Diferentemente de um escritório compartilhado convencional, o ambiente utilizado para assistência à saúde precisa ser analisado de acordo com as atividades que serão desenvolvidas e com as normas aplicáveis.
Por isso, antes da contratação, o profissional deve verificar se a estrutura atende às necessidades específicas de sua atuação.
Para quem esse modelo pode fazer sentido?
O coworking pode ser considerado por profissionais em diferentes momentos da carreira.
Quem está iniciando os atendimentos presenciais
Nem todo profissional precisa começar sua atividade mantendo uma estrutura exclusiva durante toda a semana.
Um espaço compartilhado pode ser uma alternativa a ser avaliada conforme a frequência de atendimentos e as necessidades da atividade.
Quem atende presencialmente em determinados dias
Profissionais que dividem a rotina entre consultório, hospitais, teleatendimento, docência ou outras atividades podem precisar de espaço presencial apenas em determinados períodos.
Quem deseja atender em uma nova região
Para quem pretende ampliar a atuação para outra localização, uma estrutura compartilhada também pode ser considerada antes da decisão de manter um consultório próprio.
Quem prefere concentrar a rotina na atividade profissional
A manutenção de um consultório próprio envolve diferentes tarefas administrativas e operacionais.
Dependendo da estrutura contratada, o profissional pode encontrar um modelo mais compatível com a forma como deseja organizar sua rotina.
Coworking médico ou consultório próprio?
Não existe uma resposta única.
Manter um consultório próprio pode oferecer maior possibilidade de personalização e disponibilidade exclusiva do espaço.
Por outro lado, uma estrutura compartilhada pode ser compatível com profissionais que utilizam o consultório apenas em determinados momentos.
Antes de decidir, vale analisar:
- Frequência dos atendimentos;
- Tipo de atividade realizada;
- Necessidade de equipamentos ou instalações específicas;
- Localização;
- Custos envolvidos;
- Condições de contratação;
- Disponibilidade dos espaços;
- Planejamento profissional de médio e longo prazo.
A escolha deve considerar a realidade de cada profissional.
O que avaliar antes de escolher um espaço para atendimento?
Compatibilidade com a atividade profissional
Esse é um dos pontos mais importantes.
Atividades diferentes podem exigir ambientes, instalações ou recursos distintos. Portanto, o profissional deve verificar se o espaço é apropriado para aquilo que pretende realizar.
A existência de um consultório disponível, por si só, não significa que ele seja adequado a toda e qualquer atividade em saúde.
Privacidade
Consultas e atendimentos em saúde envolvem informações pessoais e, muitas vezes, conversas sensíveis.
Por isso, vale observar a privacidade oferecida pelo ambiente, incluindo características da sala, circulação de pessoas e condições para uma conversa reservada.
Localização e acesso
A localização também influencia a rotina do profissional e a experiência de quem comparece ao atendimento.
É interessante considerar facilidade de acesso, deslocamento, acessibilidade e opções disponíveis na região.
Organização da utilização do espaço
Antes da contratação, o profissional deve entender como funciona a utilização da estrutura.
Entre as questões que podem ser esclarecidas estão:
- Períodos disponíveis;
- Regras para utilização das salas;
- Condições de contratação;
- Recursos incluídos;
- Responsabilidades relacionadas ao uso da estrutura.
Essas informações devem ser confirmadas diretamente com a administração do espaço.
Experiência de chegada
O ambiente encontrado antes da consulta também faz parte da experiência presencial.
Organização, conservação dos espaços e facilidade para localizar o atendimento são aspectos que podem ser observados pelo profissional antes de escolher onde atender.
Como se organizam a estrutura e o atendimento?
A CECLIN disponibiliza espaços e recursos de apoio para profissionais independentes. Cada profissional conduz seus atendimentos conforme sua habilitação e as normas da profissão. As condições de utilização da estrutura são definidas na contratação.
Essa distinção é importante para compreender o modelo de funcionamento de um espaço compartilhado na área da saúde.
O que o paciente precisa confirmar?
Profissionais independentes podem ter diferentes formas de organização de suas agendas e atendimentos.
Convênios, valores, horários e demais condições de atendimento variam conforme o profissional e devem ser confirmados antes do agendamento.
O que perguntar antes de contratar um coworking médico?
Antes de escolher um espaço, algumas perguntas podem ajudar na decisão:
- O ambiente é compatível com a atividade que pretendo realizar?
- Quais são as modalidades e períodos disponíveis?
- O que está incluído na contratação?
- Como funciona a utilização da sala?
- Quais são as regras de uso dos ambientes compartilhados?
- Existem recursos de apoio disponíveis?
- Como funciona o acesso dos pacientes ao local?
- Quais condições precisam ser observadas antes do início dos atendimentos?
Ter essas informações de forma clara ajuda o profissional a avaliar se a estrutura corresponde às suas necessidades.
A escolha precisa considerar a rotina de cada profissional
O coworking médico pode ser uma alternativa para profissionais que buscam uma estrutura compartilhada para seus atendimentos, mas não existe um modelo ideal para todas as situações.
Frequência de uso, tipo de atendimento, estrutura necessária, localização e planejamento profissional são alguns dos fatores que devem fazer parte dessa decisão.
Mais do que comparar apenas o valor da locação, é importante entender como o espaço funciona e se suas características são compatíveis com a atividade que será desenvolvida.
Para conhecer os espaços e consultar modalidades, condições e disponibilidade, entre em contato com a administração da CECLIN.